Amanhã Esperantina comemora 90 anos de emancipação política.
Leia um resumo da história da emancipação política de Esperantina.
Leia um resumo da história da emancipação política de Esperantina.
A história do município de Esperantina, data do século XVIII, quando chegou à margem esquerda do Rio Longá, o Capitão-Mor português, Antonio Carvalho de Almeida, em 1706. Passados trinta e três anos, seu filho Miguel Carvalho e Silva, requereu o Sítio da Boa Esperança em sesmaria e a ele foi concedido a 13 de julho de 1739, em carta de data e sesmaria.
O povoado Retiro da Boa Esperança surgiu através do “retiro do gado”, das fazendas para a margem do Rio Longá, lugar úmido e agradável, em que o gado vinha pastar em épocas de estiagem. Já em 1815, o Retiro era o povoado mais próspero do município de Nossa Senhora da Conceição de Barras, sendo seu 2o distrito de paz, tendo como Juiz de Paz, Francisco Xavier Moreira de Carvalho, que aqui afixou as primeiras casas de telhas do povoado e deu inicio em 1843 a edificação da capela de Nossa Senhora da Boa Esperança. O templo foi concluído em 1847, por seu filho Domingos Moreira de Carvalho, genro de Leonardo das Dores.
A religiosidade avultou o povoado, sendo que em 1859, o poeta Leonardo da Senhora das Dores Castelo Branco, trouxe de Portugal, a imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança. O templo e a Santa, são batizados a 08 de setembro de 1860, pelo vigário de Barras, Miguel Fernandes Alves.
No início do século XX, o Retiro da Boa Esperança, vira um grande centro comercial, com a chegada da família Lages, (os irmãos Manoel, Patriotino e Gervásio), que acentuaram o progresso do povoado, explorando o ramo do comércio. Sendo que em 1920, por iniciativa de Manoel Lages Rebelo, cria-se o município, por decreto-lei estadual no 970 de 25 de junho de 1920, do governador Eurípedes Clementino de Aguiar.
A instalação do novo município, com a denominação de BOA ESPERANÇA, só se deu a 28 de setembro de 1920, com a posse do primeiro intendente (prefeito) e nomeação dos primeiros funcionários municipais, depois de cumprida as exigências legais de instalação do município.
A sede municipal elevada à categoria de cidade em 15 de dezembro de 1938, pelo decreto-lei estadual no 147, sendo instalada a 1o de janeiro de 1939, oportunidade em que se inaugurou a ponte de madeira sobre o Riacho do Bebedouro e houve festa no Cassino de Esperantina.
A denominação Esperantina, veio com a exigência de lei federal, que determinava que os municípios brasileiros não poderiam ter nomes iguais, sendo Boa Esperança, nome anterior de um município de Minas Gerais, teve que mudar o nome. O cidadão Hermes Nogueira Portela, criou o topônimo Esperantina, a partir do nome Esperança com a terminação tina – esperan + tina = ESPERANTINA.
São, portanto, 90 anos de emancipação política, comemorados a partir do dia da instalação do município a 28 de setembro de 1920.
O povoado Retiro da Boa Esperança surgiu através do “retiro do gado”, das fazendas para a margem do Rio Longá, lugar úmido e agradável, em que o gado vinha pastar em épocas de estiagem. Já em 1815, o Retiro era o povoado mais próspero do município de Nossa Senhora da Conceição de Barras, sendo seu 2o distrito de paz, tendo como Juiz de Paz, Francisco Xavier Moreira de Carvalho, que aqui afixou as primeiras casas de telhas do povoado e deu inicio em 1843 a edificação da capela de Nossa Senhora da Boa Esperança. O templo foi concluído em 1847, por seu filho Domingos Moreira de Carvalho, genro de Leonardo das Dores.
A religiosidade avultou o povoado, sendo que em 1859, o poeta Leonardo da Senhora das Dores Castelo Branco, trouxe de Portugal, a imagem de Nossa Senhora da Boa Esperança. O templo e a Santa, são batizados a 08 de setembro de 1860, pelo vigário de Barras, Miguel Fernandes Alves.
No início do século XX, o Retiro da Boa Esperança, vira um grande centro comercial, com a chegada da família Lages, (os irmãos Manoel, Patriotino e Gervásio), que acentuaram o progresso do povoado, explorando o ramo do comércio. Sendo que em 1920, por iniciativa de Manoel Lages Rebelo, cria-se o município, por decreto-lei estadual no 970 de 25 de junho de 1920, do governador Eurípedes Clementino de Aguiar.
A instalação do novo município, com a denominação de BOA ESPERANÇA, só se deu a 28 de setembro de 1920, com a posse do primeiro intendente (prefeito) e nomeação dos primeiros funcionários municipais, depois de cumprida as exigências legais de instalação do município.
A sede municipal elevada à categoria de cidade em 15 de dezembro de 1938, pelo decreto-lei estadual no 147, sendo instalada a 1o de janeiro de 1939, oportunidade em que se inaugurou a ponte de madeira sobre o Riacho do Bebedouro e houve festa no Cassino de Esperantina.
A denominação Esperantina, veio com a exigência de lei federal, que determinava que os municípios brasileiros não poderiam ter nomes iguais, sendo Boa Esperança, nome anterior de um município de Minas Gerais, teve que mudar o nome. O cidadão Hermes Nogueira Portela, criou o topônimo Esperantina, a partir do nome Esperança com a terminação tina – esperan + tina = ESPERANTINA.
São, portanto, 90 anos de emancipação política, comemorados a partir do dia da instalação do município a 28 de setembro de 1920.
Professor Valdemir Miranda
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ResponderExcluirA história de Esperantina é linda e profícua. Seu passado glorioso, seus eventos históricos, seu berço bucólico. Ingredientes que resultaram em um povo fagueiro, hospitaleiro e determinado. Amo minha terra e tenho procurado, através dos meus passos e dos meus posicionamentos, honrá-la com dignidade pois sei do peso de ser filho da Princesa do Norte. Parabéns Esperantina!
ResponderExcluirvc poderia colocar o mapa de esperantina e a bandeira?
ResponderExcluirParabéns esperantina por seu 90 anos de de existência e crescimento, tenho muito orgulho de ser Esperantinense!E queria estar ai para comemorar essa data tão especial! bjkas a todos esperantinses com eu !
ResponderExcluirParabéens Esperantina pelos seus 90 anos de emacipação, sou Esperantinense com orgulho;
ResponderExcluirAmo demais essa cidade;