Por volta das 7h da manhã desta quarta-feira (25), dois pescadores saíram para observar a visão privilegiada da Orla de Luís Correia, na praia do Coqueiro. Antônio Silvestre, que mora em Luís Correia resolveu mostrar ao brasiliense Paulo Folha a disposição dos restaurantes da Praia de Atalaia.
Os pescadores foram ao mar em um barco à vela nas primeiras horas da manhã. Após três horas de passeio, o brasiliense Paulo Folha ficou em pé na embarcação ocasionando a virada do barco a 3 km da costa. De acordo com informações de Antônio Silvestre, “o vento estava brando e suave”.
Os pescadores foram ao mar em um barco à vela nas primeiras horas da manhã. Após três horas de passeio, o brasiliense Paulo Folha ficou em pé na embarcação ocasionando a virada do barco a 3 km da costa. De acordo com informações de Antônio Silvestre, “o vento estava brando e suave”.
O pescador contou ainda que por volta das 20h, eles chegaram às imediações do Porto de Luís Correia, mas devido à fraqueza por estarem lutando contra a correnteza desde cedo, eles não conseguiram subir em nas obras da construção. O porto de Luís Correia, geograficamente fica ao lado da praia da Pedra do Sal, em Ilha Grande de Santa Izabel. Por esta razão, os dois amigos conseguiram pisar em terra aproximadamente às 23h, na Pedra do Sal.
Antônio Silvestre e Paulo Folha ainda caminharam cerca de duas horas até chegarem às pousadas e restaurantes que ficam na praia. “Quando chegamos à pousada, era quase 1h da manhã e aí contei a história e o dono deixou a gente dormir por lá”, explica Antônio Silvestre.
Os dois foram levados até a Capitania dos Portos, onde receberam atendimento médico. A Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros foram acionados pela família dos pescadores, mas eles alegaram que não dispunham de iluminação para realizarem as buscas.
O sargento Crisóstomo, da Capitania dos Portos, informou que a família dos pescadores só avisou a instituição às 8 da noite, sendo que o acidente teria acontecido ainda pela manhã.
Antônio Silvestre e Paulo Folha ainda caminharam cerca de duas horas até chegarem às pousadas e restaurantes que ficam na praia. “Quando chegamos à pousada, era quase 1h da manhã e aí contei a história e o dono deixou a gente dormir por lá”, explica Antônio Silvestre.
Os dois foram levados até a Capitania dos Portos, onde receberam atendimento médico. A Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros foram acionados pela família dos pescadores, mas eles alegaram que não dispunham de iluminação para realizarem as buscas.
O sargento Crisóstomo, da Capitania dos Portos, informou que a família dos pescadores só avisou a instituição às 8 da noite, sendo que o acidente teria acontecido ainda pela manhã.

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