O Tribunal Regional Eleitoral cassou ontem mais um prefeito piauiense acusado de ter comprado votos para se eleger. Robert Freitas, prefeito de José de Freitas, perdeu o mandato por unanimidade devido as acusações de ter barganhado com eleitores e lideranças políticas para conquistar o mandato.
Os advogados de acusação apresentaram provas contudentes que incluiam até um caderno com os nomes dos eleitores, os números dos títulos eleitorais e os valores que teriam sido pagos. É evidente que a defesa do prefeito vai apresentar recursos, mas diante dos fatos fica difícil acreditar que poderá haver uma reversão da decisão. Com ele já são nove os prefeitos cassados no atual mandato, ficando evidente que a Justiça Eleitoral está cada vez mais eficaz e que a sociedade tem reagido às tentativas de usurpação de mandatos através de manobras indignas.
Ainda na edição de ontem, O DIA publicou que os prefeitos eleitos em pleitos suplementares, aqueles determinados pela Justiça após a cassação do prefeito, já estão sob investigação porque supostamente teriam comprado votos. É um círculo vicioso que parece não ter fim. E isso só vai acabar a partir do instante em que todas as pessoas tiverem a consciência de que o voto é algo muito pessoal, é algo que tem que nascer de uma convicção formada sobre os candidatos. Não pode ser uma troca de favores, uma venda de consciência. Agora mesmo, em plena campanha eleitoral, tem muita gente denunciando que está havendo negociatas nas campanhas proporcionais e majoritárias. Todos sabem que isso está acontecendo, todos comentam, mas as provas não apareceram ainda.
É preciso que sejam feitas denúncias fundamentadas, com documentos e provas. Não se pode conceber uma denúncia apenas com depoimentos de pessoas que muitas vezes são partes interessadas ou contratadas para prejudicar um candidato. É preciso também que o Ministério Público Eleitoral aumente o seu poder de fiscalização, se fazendo presente onde realmente os crimes ocorrem, principalmente no interior. Corrupção eleitoral é algo que parece já fazer parte do cotidiano brasileiro, mas se a sociedade não reagir com firmeza a tendência é que isso aumente ainda mais.
Ainda na edição de ontem, O DIA publicou que os prefeitos eleitos em pleitos suplementares, aqueles determinados pela Justiça após a cassação do prefeito, já estão sob investigação porque supostamente teriam comprado votos. É um círculo vicioso que parece não ter fim. E isso só vai acabar a partir do instante em que todas as pessoas tiverem a consciência de que o voto é algo muito pessoal, é algo que tem que nascer de uma convicção formada sobre os candidatos. Não pode ser uma troca de favores, uma venda de consciência. Agora mesmo, em plena campanha eleitoral, tem muita gente denunciando que está havendo negociatas nas campanhas proporcionais e majoritárias. Todos sabem que isso está acontecendo, todos comentam, mas as provas não apareceram ainda.
É preciso que sejam feitas denúncias fundamentadas, com documentos e provas. Não se pode conceber uma denúncia apenas com depoimentos de pessoas que muitas vezes são partes interessadas ou contratadas para prejudicar um candidato. É preciso também que o Ministério Público Eleitoral aumente o seu poder de fiscalização, se fazendo presente onde realmente os crimes ocorrem, principalmente no interior. Corrupção eleitoral é algo que parece já fazer parte do cotidiano brasileiro, mas se a sociedade não reagir com firmeza a tendência é que isso aumente ainda mais.
Fonte: Jornal O Dia

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