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| Lucas Quaresma,Robson Ytalo,Odinael(Dhi),Junior Chaves e Talita Cavalcante |
O Carnaval é uma manifestação da cultura popular genuinamente brasileira. Para esta festa, foram criados vários tipos de músicas e também de danças, sendo que seu estilo pode variar de região para região. Os mais novos com certeza não lembram mais antigamente em Esperantina, valorizavam-se mais o Carnaval.
Aos poucos os bailes nos clubes foram acabando e a festa de Momo passou a ser apenas nas ruas. Mas ao invés de se preservar os elementos da nossa cultura, a festa foi substituindo aos poucos os seus principais itens, as músicas e as fantasias. Ficou tudo meio sem graça mesmo.
Mesclando-se com tradições e festas populares, o Carnaval desdobrou-se em formatos tão diversos quanto a cultura brasileira. Frevos, afoxés, maracatus, bois e côcos entrelaçam-se com sambas de roda, choros e marchinhas, numa explosão popular onde nunca faltaram irreverência, críticas e, principalmente, a preservação do que havia de essencial naquilo que o cristianismo tentou conter e aprisionar: a celebração da vida, da alegria, da possibilidade, mesmo que fantasiosa, de “virar o mundo ao avesso”, de colocar no centro do poder um “rei” saído do povo (o “momo”), criado para parodiar os trejeitos da elite e de levar para o centro do espetáculo todos aqueles que, no restante do ano, são destituídos de qualquer poder.
Para termos um bom carnaval não precisamos de um trio elétrico, um bloco com abadá ou banda de sucesso, precisamos é nos organizar, o melhor carnaval do Brasil não tem nada disso, o que é realizado em Olinda-PE é apenas com bandas de sopro, com as famosas marchinhas, precisamos apenas de incentivo por parte do poder público e privado.
Cidade com o porte de Esperantina tem tudo para fazer um carnaval diferente, e olha que tem muita gente capaz de fazer a diferença e nós merecemos.
Aos poucos os bailes nos clubes foram acabando e a festa de Momo passou a ser apenas nas ruas. Mas ao invés de se preservar os elementos da nossa cultura, a festa foi substituindo aos poucos os seus principais itens, as músicas e as fantasias. Ficou tudo meio sem graça mesmo.
Mesclando-se com tradições e festas populares, o Carnaval desdobrou-se em formatos tão diversos quanto a cultura brasileira. Frevos, afoxés, maracatus, bois e côcos entrelaçam-se com sambas de roda, choros e marchinhas, numa explosão popular onde nunca faltaram irreverência, críticas e, principalmente, a preservação do que havia de essencial naquilo que o cristianismo tentou conter e aprisionar: a celebração da vida, da alegria, da possibilidade, mesmo que fantasiosa, de “virar o mundo ao avesso”, de colocar no centro do poder um “rei” saído do povo (o “momo”), criado para parodiar os trejeitos da elite e de levar para o centro do espetáculo todos aqueles que, no restante do ano, são destituídos de qualquer poder.
Para termos um bom carnaval não precisamos de um trio elétrico, um bloco com abadá ou banda de sucesso, precisamos é nos organizar, o melhor carnaval do Brasil não tem nada disso, o que é realizado em Olinda-PE é apenas com bandas de sopro, com as famosas marchinhas, precisamos apenas de incentivo por parte do poder público e privado.
Cidade com o porte de Esperantina tem tudo para fazer um carnaval diferente, e olha que tem muita gente capaz de fazer a diferença e nós merecemos.
"Esperantinenses resgatam as tradiçoes dos velhos carnavais de ruas e você é convidado a participar com agente na Volta do Bloco As Putas Vigens". Convida Odinal Cerqueira.
Fica aqui a sugestão enviada pelo nosso leitor Odinal Cerqueira.














